8 de mai. de 2008

Mariko

O sono estava demorando para vir hoje, ficar olhando para o teto parecia ser a única coisa a fazer. Os pensamentos iam e viam tão rápido que não podia se dar conta sobre o que eram esses pensamentos. A televisão estava ligada no canal japonês da tv acabo. Não fazia a menor idéia do que as pessoas que apereciam nos programas japoneses diziam. Um dia aprenderia japonês para saber o que aquelas pessoas falavam. Assim que conseguisse uma boa grana faria um curso normal, se não, iria buscar por cursos ou tutorias grátis na internet, pelo menos para ter uma noção do que estava falando. Quem sabe poderia até morar no Japão, gostava de ver as ruas praticamente limpas, mesmo não entendo japonês, achava o japão um país com um baixíssimo índice de violência. Ouvia falar mais dos suícidios por causa da rigidez do ensino naquele país. Um país com terremotos mas que tinha muitas coisas para fazer. Achava Tokio uma das cidades mais interessantes do mundo, devia ter um noite muito agitada.

Os pensamentos já não viam, agora estava concentrado no telejornal japônes. Achou a réporter que fazia um entrevista sobre um hospital bonita e atraente. O nome da repórter estava escrito no alfabeto katana, e não naquelas letras indecifráveis para um ocindetal. Gostou do nome como gostou da réporter: Mariko Takeda, ero o nome que aparecia em baixo na televisão, logo seguido da profissão, que estava em katana tambpem. Mariko Takeda, repórter.
A notícia mostrava um novo tratamento para pacientes com alergias. Não chegava ser um novo tratamento mas uma bateria de exercícios físicos mesclada com os novos medicamentos que podeia melhorar em muito a vida das pessoas que tinha essa doença. A repórter parece falar o seu nome e a localidade da reportagem e assim a imagem volta ao estudio encerrando a reportagem.






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