9 de mai. de 2008

MC Donalds na Rússia


Em poucos lugares que uma lanchonte do McDonalds, deixa de ser só mais uma lanchonete de FastFood, e passa ser uma curiosidade. Como essa lanchonete na Rússia.

8 de mai. de 2008

Mariko

O sono estava demorando para vir hoje, ficar olhando para o teto parecia ser a única coisa a fazer. Os pensamentos iam e viam tão rápido que não podia se dar conta sobre o que eram esses pensamentos. A televisão estava ligada no canal japonês da tv acabo. Não fazia a menor idéia do que as pessoas que apereciam nos programas japoneses diziam. Um dia aprenderia japonês para saber o que aquelas pessoas falavam. Assim que conseguisse uma boa grana faria um curso normal, se não, iria buscar por cursos ou tutorias grátis na internet, pelo menos para ter uma noção do que estava falando. Quem sabe poderia até morar no Japão, gostava de ver as ruas praticamente limpas, mesmo não entendo japonês, achava o japão um país com um baixíssimo índice de violência. Ouvia falar mais dos suícidios por causa da rigidez do ensino naquele país. Um país com terremotos mas que tinha muitas coisas para fazer. Achava Tokio uma das cidades mais interessantes do mundo, devia ter um noite muito agitada.

Os pensamentos já não viam, agora estava concentrado no telejornal japônes. Achou a réporter que fazia um entrevista sobre um hospital bonita e atraente. O nome da repórter estava escrito no alfabeto katana, e não naquelas letras indecifráveis para um ocindetal. Gostou do nome como gostou da réporter: Mariko Takeda, ero o nome que aparecia em baixo na televisão, logo seguido da profissão, que estava em katana tambpem. Mariko Takeda, repórter.
A notícia mostrava um novo tratamento para pacientes com alergias. Não chegava ser um novo tratamento mas uma bateria de exercícios físicos mesclada com os novos medicamentos que podeia melhorar em muito a vida das pessoas que tinha essa doença. A repórter parece falar o seu nome e a localidade da reportagem e assim a imagem volta ao estudio encerrando a reportagem.






Tom Hodgkison

Na super interessante desse mês tem um entrevista com esse aí do título do post. Sua teoria da criação dos tempos atuais é não fazer nada. Há muita gente fazendo muita coisa hoje em dia, por isso quanto mais pessoas não fizerem nada será tanto melhor, assim as coisas não irão piorar. Tô com esse cara.

ponto de confuzão

este blog ainda está confuzo.

TV Senado

TV Senado, o que é aquilo?

Altista Plástico

Faça um boicote contra o altista plátisco Guillermo Habacuc Vargas, pela sua crueldade com animais que chama de arte. Se isso fosse no século passado ou retrasado, séculos em que tudo era novo e experimentalismo, até mesmo a crueldade em forma de arte, podímos, quem sabe considerar arte, vide o nazismo que chamava suas creueldades de arte...(como o link não estava funcionando até esse post está pronto, coloquei um link para o catarro verde, aí lá você poderá ir ao saite do boicote)
Só lembrando:

7 de mai. de 2008

Fenômeno



Ronaldo mesmo não sendo o que foi, fisicamente, como era a anos atrás, ainda vende jornal. No jornal alemão, Bild, saiu uma matéria de folha inteira falando de suas aventuras sexuais com com o travesti andrea.

6 de mai. de 2008

Diogo Mainard


As pessoas me perguntam, quando me vêem na rua, ou quando me vêem em outro lugar mesmo (tá bom, vai dizer que nunca me viu?), o que eu acho do Diogo Mainardi. Respondo: durante muito tempo eu era um leitor a contra-gosto da Veja e do Diogo. Mas as coisas mudam, e mesmo eu ainda sendo um leitor a contra-gosto da Veja, e isso não quer dizer que eu não a leio nunca, mas que sempre que posso, ou tenho a aportunidade, sim, eu leio a revista Veja. Estava eu na Unisinos, sem fazer nada, pois não tinha aula, fui para a bibliteca ler alguns livros e logo de cara achei um livro de crônicas do Diogo, até esse momento ainda odiava o Diogo, mas fui lendo suas crônicas, muitas com uma irônia que passaria despercebida ao leitor mais incauto, que poderia achar que ele tava dizendo uma coisa, quando na verdade ele queria dizer outra. Isso vale aqui também, leitor incauto.
Se me fez rir, então eu gosto, ainda mais quando o cara que escreve - um escritor também, vale - diz uma coisa querendo dizer outra usando da irônia do destino ou da escrita mesmo . E lendo algumas crônicas do Diogo eu ria bastante. Hoje, todo domingo eu entro no site da revista Veja para ler as coisas que o Diogo escreve, mesmo que eu procure, sempre que posso, me afastar dos caminhos que a revista Veja e seus donos querem para o Brasil. Claro que às vezes essa sua cruzada contra o governo Lula enche o saco. Mas, eu faço o seguinte: Se leio o Mino Carta primeiro, eu leio o Diogo Mainardi depois ou vice-e-versa. Depende do meu estado de espírito no dia, ou se eu acordei de bom ou mau humor.

leio, logo escrevo.

Já sei ler, agora estou aprendendo a escrever.

Brasil e Brazil, Brasis e Brazis



Volto ao assunto: o Brasil é um país enorme com com uma diversidade cultural que gostamos de chamar de riquíssima. Para mim, não. O Brasil é um país de contradições, como gosto de falar. Algumas culturas e costumes prevaleceram sobre outras culturas como sendo culturas de qualidades, de gente civilizada, de primeiro mundo; outras ficaram sendo culturas de gente pobre, cultura de segunda categoria. Mas não fomos nós os brasileiros, habitantes dessas terras trópicais e temperadas, que classificamos assim nossas culturas e costumes de norte ao sul do país, não de todo. Há muitos fatores que contribuiram para que cheguemos ao ponto(de confusão) que nos encontramos, mas, os meios de comunicação de massa, no meu particular ponto de vista, tem uma culpa maior, por assim dizer.
Este novo fato que aconteceu na Bahia, no qual o Professor e Coodernador do curso de Medicina da Universidade Federal da Bahia, Antônio Natalino Manta Dantas, diz que o baixo rendimento dos alunos da UFBA é por causa que os baianos, em relação as outras regiãos do Brasil, tem o QI baixo, já que se saem muito melhor que os outros quando tocam um instrumento de uma corda só, o berimbau, mas que não saberiam tocar outros instrumentos mais complexos... e sem falar na festança que é a Bahia durante o carnaval e se gabam até demais disso... reforçou ainda mais minhas idéias de que esse gigante pela própria natureza que é o Brasil seja despedaçado.
O Brasil é muito grande e a natureza o encarregou de deixá-lo desproprocional. Uma parte do Brasil está num clima quente que parece as savanas africanas, e outra parte em que parece, no tempo de frio, o outono ou o verão de portugal, comparo com este país, pois é o país que conheço na europa. Na maioria dos outros países a natureza não foi assim tão desproprocional, já que esses países em que falo que são a maioria, todo o seu território, senão boa parte dele, está numa região que o clima não é mais um fator divisório. Fazendo-me entender: quando chega o frio em Portugal, quer dizer que o frio chega em todo o território português. Com o verão é a mesma coisa. No Brasil as coisas são um pouco diferentes e nos traz alguns mal entendidos. Tudo bem, no verão em todo o Brasil o sol é de rachar, em alguns lugares chovem muito e outros chuva é um elemento raro. Mas e no frio? bem, aí a coisa se complica. É aí que não nos entendemos. No frio só as regiões mais ao sul tem o privilégio de passarem por um verdadeiro frio quando chega o inverno. Algo próximo do frio europeu. A mãe natureza nos deixou mal nessa. Será mesmo que ela queria, nesse imenso bocado de terras que é o Brasil, que se formassem um país único, talvez sabendo como é egoista e interesseiro ao extremo o ser humano?
E os meios de comunicação? Os meios de comunicação criaram no consciente coletivo dos brasileiros de que as culturas que são feitas nos climas mais quentes, mais próxima ao equador, são culturas e costumes de festividades, de dança, mais folclóricas, enquanto que as culturas feitas mais ao sul, são culturas de trabalho, de pessoas se unindo para um desenvolviemento em comum, de uma família mais estruturada...(sem falar de uma maior imigração européia mais ao sul do que mais ao norte, sempre de Brasília) O Que plantaram no nosso consciente coletivo foi que o trabalho está no sul, e o prazer e diversão no norte. Mais ao sul e mais ao norte, respectivamente, tendo como refência a capital do Brasil, Brasília.
Todos sabemos como o brasileiro, seja de qualquer região for, é tratado no exterior. Mais um cucaracha. Mais um fanfarrão. Mais um brasileiro. O País em sí, não tem uma melhor fama que os brasileiros. Pelo menos, não como está tendo uma argentina ou um chile. Aqui, as coisas não são diferentes. O Brasileiro que está mais ao sul do País trata o Brasileiro mais ao norte como um ser inferior, como um estrangeiro trata um brasileiro. Quando falo no Brasil, das diferençãs mais ao norte e mais ao sul, estou falando de uma maneira mais genérica. Sem falar dos mesmos problemas que encontramos em todas as regiãos do Brasil, ou mesmo em todos os lugares do mundo.
Brasil despedaçado: Por esses motivos culturais e climáticos vejo que a melhor solução para o Brasil seria o seu total desmembramento em países menores. Não me considero um separatista na noção que tem os separatistas no sul, os mais expoentes, ou os separatistas no norte, os que estão começando a surgir; sou, pode parecer contraditório, um nacionalista-integralista(nessa questã0) , mas um integralista que quer a desunião da união para que, as regiões desunidas, desenvolvendo por sí só, voltem a serem unidas, ou mais unidas. Porque brasileiros não somos, pelo menos uns se consideram mais brasileiros outros se consideram menos brasileiros. Enquantos acharmos que um brasileiro é melhor que outro brasileiro, a brasilidade que pensamos fazer parte de nós não existe, a não ser em tempo de copa do mundo ou olimpíadas. Depois disso voltamos as nossas contradiçãos e rivalidades que nem sempre são benéficas.
Se cada estado não puder ser um país distinto, então que cada região o seja, com algumas ou nenhuma modificação. Quem sabe assim, lá na frente com os estados ou regiões que se mostraram capazes de se desevolverem sozinhas sem pertencerem a uma federação, voltem a derrubar esse muro de berlim que hoje, se vamos continuar do jeito que somos, se faz necessário levantarmos. Até mesmo para podermos descobrir quem realmente somos.